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Alckimin entrega Centro de Informática para moradores da Zona Norte da Capital

Alckmin entregou centro de informática para moradores da zona norte da Capital.
Parte do Programa Acessa São Paulo. O Infocentro visa democratizar acesso à internet e novas tecnologias.Os moradores do conjunto habitacional Amazonas, no bairro de Vila Nova Cachoeirinha, Zona Norte da Capital, já podem ter acesso à internet e aprender informática gratuitamente.
O governador Geraldo Alckmin inaugurou, no último dia 20/06, (quarta-feira), mais um Infocentro. O centro de informática é equipa do com onze microcomputadores (dez estações de trabalho e um servidor), e foi implantado pelo Governo paulista para permitir que a população de baixa renda tenha acesso à internet e a novas tecnologias. “Aqui, todo mundo pode aprender”, disse o governador. Ele afirmou que além de importante instrumento de conhecimento, também vai auxiliar na hora de conseguir emprego. Alckmin ressaltou que de cada 100 pessoas, apenas duas têm acesso à internet e que o objetivo do Acessa São Paulo é elevar esse índice de 2% para 50%. “Hoje
vocês recebem o que há de mais moderno, a melhor tecnologia para poder entrar nesse mundo da informática”, disse. O Infocentro de Vila Nova Cachoeirinha está instalado numa sala dentro do
Conjunto Residencial Amazonas e conta com a parceria da Associação de Moradores. Além de disponibilizar o espaço, a Associação escolheu os monitores que estão sendo treinados na Escola do Futuro da Universidade de São Paulo (USP). Os equipamentos foram comprados pelo Governo do Estado, a Microsoft forneceu os softwares e a Telefônica disponibilizou as linhas para conexão à internet. “Essa unidade custou R$ 41 mil. Colocamos os computadores, o servidor, adaptamos o espaço e estamos treinando os monitores. Daqui para frente, é a comunidade que toma conta”, afirmou Alckmin. De acordo com o presidente da Associação de Moradores do Amazonas, Luiz Carlos de Souza, a procura já era grande mesmo antes do início do funcionamento da unidade. “Nossos monitores vão ensinar a usar o computador e acessar a internet, mas aqueles que já têm noção também vão aproveitar”, disse. Esse é o quinto Infocentro entregue na Capital. Os outros ficam no Jardim São Luiz, Zona Sul; no bairro do Campo Limpo (Turma da Touca), Zona Sul; em Itaquera (Dom Bosco), Zona Leste; e em São Miguel Paulista (Condomínio São Judas), Zona Leste. Até agora, o Governo de São Paulo investiu aproximadamente R$ 800 mil no programa. Alckmin já autorizou a implantação de seis unidades no Interior. Pelo modelo adotado, os equipamentos serão instalados em bibliotecas municipais ou espaços públicos determinados pelas prefeituras. Para isso, estão sendo firmados convênios com as administrações municipais. Até o fim deste ano, devem ser instalados
124 Infocentros no Estado, sendo 60 na Capital e 64 no Interior. Para o secretário estadual de Governo e Gestão Estratégica, Antônio Angarita, o Acessa São Paulo “coloca o Estado e o Governo no futuro”. Segundo ele, os benefícios poderão ser medidos dentro de alguns anos. Além dos Infocentros, o Programa prevê a implantação de postos de acesso gratuito à internet em locais de grande fluxo de pessoas, como unidades do Poupatempo, que receberão o nome de Pontos de Acesso.Durante a cerimônia, o governador lembrou aos jovens que o Estado criou o Programa Profissão, pelo qual estudantes que terminaram o Ensino Médio podem fazer, gratuitamente, cursos profissionalizantes de mil horas/aula. São 38 cursos nas áreas mais procuradas pelas empresas, como informática, turismo,
entre outros. “Fizemos uma pesquisa com alunos do terceiro ano do Ensino Médio e 93% responderam que gostariam de fazer um curso profissionalizante, além de, mais tarde, poder fazer a faculdade”, afirmou.

 

Armas matam mais de 500 mil
pessoas por ano

Os 550 milhões de armas de fogo de pequeno porte, que circulam em todo o mundo, causam pelo menos 500 mil vítimas por ano, segundo conclusões do primeiro informe a respeito divulgado, em Oslo (Noruega).O documento menciona o Brasil na lista de países “produtores de importância média”. As “armas de destruição maciça de pequeno fogo”, como as descreveu o secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Kofi Annan, matam cerca de 300 mil pessoas por ano, em função dos conflitos armados, e 200 mil por causa de “violências não organizadas”, explica o documento intitulado “Small Arms Survey 2001” (relatório 2001 sobre armas de pequeno porte). Os três maiores países produtores de armas são os Estados Unidos que contam com mais da metade das empresas ativas nesse setor-, Rússia e China, destaca o texto. Na lista de “produtores de importancia média” figuram: França, Alemanha, Áustria, Bélgica, Reino Unido, Bulgária, África do Sul e Brasil. O informe, realizado pelo Instituto Universitário de Estudos Internacionais de Genebra, foi publicado em previsão da primeira conferência internacional da ONU sobre armas de fogo, que será realizada em Nova York, de 9 a 20 de julho próximos.
O relatório mostra que as armas de fogo representam pelo menos 10% do volume de intercâmbios legais de armas convencionais, mas provocam mais de 90% das vítimas em conflitos armados. Diz também que as chances de alguém ser atingido por um tiro nos Estados Unidos são 15 vezes maior do que no Canadá, país que, ao contrário dos norte-americanos, restringe bastante o acesso às armas de fogo.

 

Racionamento de energia


Tensão reduzida pode danificar aparelhos elétricos


A redução em 5% na tensão da energia elétrica distribuída pelas
concessionárias, anunciada recentemente pela Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica, poderá afetar aparelhos eletrodomésticos.
Como em muitas residências a energia chega com uma tensão abaixo da nominal, nesses casos uma diminuição de 5% é problemática.
O chuveiro não vai esquentar a água o suficiente, o ferro não chegará a uma temperatura que permita seu uso e algumas lâmpadas fluorescentes podem nem acender - afirma Alquindar Pedrosa, professor de engenharia elétrica da Coppe.
Segundo Alquindar, a medida é discutível até mesmo para economizar energia, já que os motores elétricos de aparelhos como geladeiras, freezers e bombas d’água passariam a operar por mais tempo para compensar a velocidade mais baixa. Os motores teriam sua vida útil diminuída e ainda consumiriam mais energia.
O Governo planeja economizar 2% do consumo de energia no Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste com a medida, já que o consumo de energia de aparelhos que operam com resistência (torradeiras, lâmpadas incandescentes, ferros e chuveiros elétricos) diminuiria.
A legislação permite que a tensão seja diminuída em até 7,5%. Se algum eletrodoméstico for danificado por falha no fornecimento de energia, o consumidor pode recorrer à concessionária, que tem 30 dias para se pronunciar. Caso não concorde com a avaliação, ele poderá ainda recorrer á Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).