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Curiosidades
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Imagens e História: Como confiar nas imagens.
Será
que uma imagem vale mesmo pôr mil palavras? Vale lembrar que
as imagens existem desde a pré-história, até
os nossos dias atuais podendo ser: uma fotografia, uma ilustração,
uma gravura, um desenho, uma caricatura, uma publicidade, no cinema,
na literatura, ou até mesmo um cartão postal, etc.
Levando em consideração que as imagens tem se apresentado
com grande destaque nos jornais, nas revistas, nos programas de
televisão, e principalmente no texto que ganhou com o poder
das imagens e que vem produzindo a representação de
discursos em torno de uma dada realidade.
Nas sociedades contemporâneas ditas sociedades do espetáculo
em que vivemos, precisamos estar atentos com as armadilhas da estética
não aparente.Pensando nessas questões, as imagens
vem contribuindo para a difusão de novas praticas de leitura,
no cotidiano dos bairros, cidades e Estados.
Os murais, as charges e caricaturas, os quadros, interessa tanto
ao leitor especializado-historiador, quanto ao público mais
amplo, tendo em vista os significados culturais produzidos pela
imagens, como particular atenção ao poder de divulgação
produzindo padrões de comportamento, que irão se traduzir
nos diferentes grupos sociais que compõe a cultura visual
nas sociedades atuais.
Nesse sentido, o que vale é o olhar, a imaginação,
a reflexão crítica a descrição, e as
interpretações das relações cotidianas
dominadas pôr imagens que podemos perceber qual o impacto
causado nesses sujeitos que ao olhar resgatam a memória de
vida, não como a celebração do passado, mais
sim como uma conscientização do presente para podermos
produzir experiências sociais.
Os desafios estão lançados, para todos nós,
de como confiar nessas imagens, que muitas vezes apresentam uma
intenção? Ou que do ponto de vista da veracidade temos
muito à duvidar. Portanto, temos que cada vez mais ensinar
nosso olhar a respeito das imagens carregadas de duplos sentidos,
para que possamos escolher o que é bom ou ruim, do nosso
dia- a-dia, não deixando de olhar, mas selecionando esse
olhar que é todo particular.
Flávio da Silva; é professor de História, Graduado
em Estudos Sociais e História, Especializando-se em História
Cultural e Mestrando do Programa de pós-graduação
em História Social da PUC-SP.
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